O Morumbi tremeu
Não tenho palavras para descrever o show da Madonna. Deixando de lado a qualidade técnica e tudo mais que está estampado em todos os sites, jornais, etc, eu tenho que deixar registrado o meu sentimento de fã, agora mais do que nunca, se isso é possível.
Confesso que estava com medo de me decepcionar. Não pela qualidade musical, profissionalismo ou qualquer coisa do tipo, porque não há como negar que Madonna é uma diva, ultra, mega, power fodaça no que faz. O medo era dela ser fria, um robô, sei lá e todo aquele meu encantamento de uma vida iria por água abaixo. Este mesmo sentimento apareceu em mim quando fui ao show do Chico. E, para a minha felicidade, não me decepcionei em nenhum dos dois. Muito pelo contrário, sai mais fã.
Madonna é meiga, sensual, mega simpática, com uma energia contagiante. Ela se diverte no palco, ela é sensacional.
Ela fez o Morumbi tremer, foi incrível.
p.s.: sem chuva.
Contagem regressiva…
… para o show da Madonna e para a chuva que vai cair. heheheh
O dia finalmente chegou! Lá se vão 4 meses desde a compra dos ingressos, quando parecia ultra distante o dia do show. Cá estou eu, em Sampa, contando os minutos.
Os 15 anos de espera terminam daqui a pouco. Uhuuu!
Filme | O escafandro e a borboleta
Juro que peguei o filme sem saber do que se tratava. Vi em listas de melhores do ano e tudo mais e resolvi pegar. Ainda bem, pois não poderia deixar de vê-lo.
O filme retrata a história real de Jean-Dominique Bauby, editor da revista Elle, que teve um derrame cerebral aos 43 anos de idade e perde todos os seus movimentos, com exceção da sua pálpebra esquerda e das suas faculdades mentais, que continuaram intactas. O filme foi baseado no livro escrito por Jean-Do Bauby, que compôs e editou todo o livro em sua cabeça, utilizando a técnica desenvolvida pela sua ortofonista, (enquanto letras do alfabeto eram recitadas lentamente na ordem decrescente de freqüência na língua francesa, Jean-Do piscava a pálpebra esquerda quando a letra que queria era dita. Morreu dois anos depois do derrame e 10 dias após ver seu livro lançado.
Pode parecer drama demais mas, apesar da história triste, o filme me envolveu totalmente, a mescla de cenas da vida saudável do Jean, cheia de alegria e glamour, com a sua luta para continuar vivo, colocou-me a pensar num bocado de coisas, que será tema de um outro post. A trilha sonora completa a história.
Sinopse*
Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric) tem 43 anos, é editor da revista Elle e um apaixonado pela vida. Mas, subitamente, tem um derrame cerebral. Vinte dias depois, ele acorda. Ainda está lúcido, mas sofre de uma rara paralisia: o único movimento que lhe resta no corpo é o do olho esquerdo. Bauby se recusa a aceitar seu destino. Aprende a se comunicar piscando letras do alfabeto, e forma palavras, frases e até parágrafos. Cria um mundo próprio, contando com aquilo que não se paralisou: sua imaginação e sua memória.
Ficha Técnica
Título Original: Le Scaphandre et le Papillon
Ano de lançamento (França / EUA): 2007
Site Oficial: www.lescaphandre-lefilm.com
Direção: Julian Schnabel
Elenco: Mathieu Amalric (Jean-Dominique Bauby), Emmanuelle Seigner (Céline Desmoulins), Marie-Josée Croze (Henriette Durand), dentre outros.
* Fonte: Adoro Cinema
Termina logo
Vamos combinar que já passou da hora desse ano terminar, credo. Tiveram coisas boas, claro, mas ô ano difícil. Mais uma vez, confirmando a minha preferência por anos ímpares.
Que venha 2009, rápido.
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